Destaquei aspectos positivos e desafiadores no trabalho por projetos, fazendo as leituras da disciplina de Didática, que contribui muito para meu trabalho cotidiano.
Um aspecto muito positivo nos trabalhos por Projetos é a construção do tema escolhido pelos alunos, visando seus interesses e a valorização dos conhecimentos trazidos por eles. Podendo ser trabalhado qualquer assunto, sendo que o papel do professor fica como mediador e incentivador da aprendizagem. O professor dará ênfase à apresentação do aluno nos procedimentos que lhe permitam organizar a informação.
Os alunos irão buscar novas estratégias de aprendizagens que inseridas no processo de construção do projeto podem ser compreendidas e utilizadas por eles em outras situações.
Porém se na fonte de informações favorece autonomia dos alunos, cabe ao professor promover e estabelecer comparações, interferências e relações que ajudem a dar sentido em forma de ensino e de aprendizagem que se pretende nos projetos. Sua função como facilitador, fica evidente para transformar as referências informativas em materiais de aprendizagem com intenção crítica e reflexiva.
Desafiador sim, pois a mudança de novos paradigmas do trabalho do professor requer uma nova postura diante de seu aluno. Ele passará de “ensinar conteúdos” para ser um mediador, onde será o facilitador para a construção e descoberta da aprendizagem de seus alunos. Tudo isso não impede que os docentes possam e devam propor aqueles temas que considere necessário, quando mantenham uma atitude explicativa similar a que se exige dos alunos.
REFERÊNCIAS
HERNÁNDEZ, Fernando; MONTSERRAT, Ventura. Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares. In: _____. A organização do currículo por Projetos de Trabalho. 5ª edição, Porto Alegre: Artmed, 1998.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Educação para jovens e adultos
Fazendo as leituras indicadas da interdisciplina Educação para Jovens e Adultos, percebi que ainda falta muito comprometimento das autoridades junto a esses estudantes, aos quais por várias razões deixaram a escola e que na idade adulta voltam com vontade de atingir progresso e que muitas vezes retornam a estaca zero.
Por que perdem o entusiasmo? Falta serem estimulados, por quem ? Se os professores fazem sua parte. Vejo isso também em relação a minha escola que a partir do ano que vem não atenderá mais a EJA , o motivo evasão.
Os adultos quando incentivados a voltarem a escola, precisam de um processo de alfabetização que mostram e apontam para as suas necessidades, influenciados para o despertar da aprendizagem, isto é, os professores devem estar bem preparados, informados e dominar a situação em que auxiliam a elaborar novos conhecimentos, assim reorganizando os pré conhecimentos com os apresentados.Os educadores precisam valorizar a leitura do mundo, deste conhecimento que não é a leitura da palavra, porém interagem com a sociedade.
Segundo Emília Ferreiro," uma ação alfabetizadora pode ser considerada como ponto de partida do que os adultos não escolarizados sabem, em lugar de partir do que ignoram, já que através de investigação foi constatado que também os adultos quanto as crianças tem compreensão do código escrito mesmo antes de frequentar a escola. A aquisição da escrita é uma aquisição conceitual, construída pelo sujeito no que se refere ao meio do mesmo modo que se observa em outras áreas do conhecimento". O educador deve se apoderar desta investida para então estimular e deixar mais interessante o aprendizado.
Por que perdem o entusiasmo? Falta serem estimulados, por quem ? Se os professores fazem sua parte. Vejo isso também em relação a minha escola que a partir do ano que vem não atenderá mais a EJA , o motivo evasão.
Os adultos quando incentivados a voltarem a escola, precisam de um processo de alfabetização que mostram e apontam para as suas necessidades, influenciados para o despertar da aprendizagem, isto é, os professores devem estar bem preparados, informados e dominar a situação em que auxiliam a elaborar novos conhecimentos, assim reorganizando os pré conhecimentos com os apresentados.Os educadores precisam valorizar a leitura do mundo, deste conhecimento que não é a leitura da palavra, porém interagem com a sociedade.
Segundo Emília Ferreiro," uma ação alfabetizadora pode ser considerada como ponto de partida do que os adultos não escolarizados sabem, em lugar de partir do que ignoram, já que através de investigação foi constatado que também os adultos quanto as crianças tem compreensão do código escrito mesmo antes de frequentar a escola. A aquisição da escrita é uma aquisição conceitual, construída pelo sujeito no que se refere ao meio do mesmo modo que se observa em outras áreas do conhecimento". O educador deve se apoderar desta investida para então estimular e deixar mais interessante o aprendizado.
domingo, 4 de outubro de 2009
CONHECENDO UM POUCO MAIS SOBRE SINAIS (LIBRAS)
Depois da aula presencial da interdisciplina LIBRAS, consegui entender um pouco mais sobre os sinais usados pelas pessoas com deficiência auditiva. Numa postagem, descrevo situação de aprendizagem a partir desta aula.
Não tenho convívio diário com pessoas surdas, mas esporadicamente tenho encontro com uma pessoa, mais ou menos de 40 à 45 anos de idade, casada, mãe de um filho.
Percebo que esta moça gosta de se comunicar com todas as pessoas mesmo sem que estas não consigam entendê-la, então o marido interpreta o que ela diz.
Noto também que ela insiste muito com as pessoas, conta muitas experiências do seu cotidiano, mostrando-se bastante ansiosa para que os ouvintes a entenda.
Porem foi só depois da aula presencial e das leituras proposta nos sites, entendi que ela se comunica pela língua dos sinais (Libras- Língua Brasileira de Sinais). Até então, achava exagero nos movimentos e gestos que fazia.
Como não tenho convívio freqüente com pessoas surdas, para mim se torna muito difícil o diálogo, quase impossível, mas com a interdisciplina de Libras, pretendo aprender e dialogar, pois para isto quero aprender este novo e maravilhoso meio de comunicação. Um novo desafio e com certeza com sucesso.
REFERÊNCIAS:
http://www.lerparaver.com/ajudadeficientes.html
domingo, 20 de setembro de 2009
PLANEJAMENTO
Planejamento consiste em obtar o que será elaborado e que tipo de método educacional será necessário para que haja um resultado final, ao qual se propõe ações para se chegar por caminhos mais rápidos, onde possamos avaliá-la num processo contínuo.
O diário se torna um aliado do professor, pois através da reflexão registrada consegue verbalizar sua prática, isto é, documentá-la, mesmo sendo modificada desde o momento do planejamento até a conclusão da atuação, envolvendo e interagindo com o aluno que é seu alvo.
Usando de estratégias ao apresentar a temática e explicitando "o quê" e "para quê", pois este se faz e refaz conforme a necessidade e a vivência do aluno.
O diário se torna um aliado do professor, pois através da reflexão registrada consegue verbalizar sua prática, isto é, documentá-la, mesmo sendo modificada desde o momento do planejamento até a conclusão da atuação, envolvendo e interagindo com o aluno que é seu alvo.
Usando de estratégias ao apresentar a temática e explicitando "o quê" e "para quê", pois este se faz e refaz conforme a necessidade e a vivência do aluno.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
MÚLTIPLAS LINGUAGENS
Certamente não se fala, escreve e lê-se sempre do mesmo jeito, obviamente por que vivemos em diferentes culturas e dentro destas diversidades a comunicação é também de diversas maneiras, através da linguagem oral e escrita.
O que torna-se bastante importante para expressar e diferenciar nossa linguagem é o meio em que o indivíduo interage.
Estando atento as múltiplas formas de representação, em espaços como em sala de aula, onde a fala ou a escrita podem ser analisada pelo professor a fim de chegar a um denominador comum de seu uso.
Hoje o educador tem muitos recursoss dinponíveis e variados, como a internet, jornais, revistas, para que os indivíduos interagem e aprendam a ler e escrever nas diferentes práticas.
O que torna-se bastante importante para expressar e diferenciar nossa linguagem é o meio em que o indivíduo interage.
Estando atento as múltiplas formas de representação, em espaços como em sala de aula, onde a fala ou a escrita podem ser analisada pelo professor a fim de chegar a um denominador comum de seu uso.
Hoje o educador tem muitos recursoss dinponíveis e variados, como a internet, jornais, revistas, para que os indivíduos interagem e aprendam a ler e escrever nas diferentes práticas.
sábado, 5 de setembro de 2009
EXPECTATIVAS/2009
Estamos quase chegando lá... Quando penso que começamos em 2006 e agora no 2º semestre de 2009 , quase não acredito que eu estou junto, e quanta mudança em minha vida de lá para cá. Aprendizados extraordinários, pois cada semestre que passa sinto que vou me aperfeiçoando e colocando em prática novos conhecimentos e com isto renovando métodos para tornar-me mais apta e digna de ser chamada “mestre”.
Em todas as profissões deve-se estar constantemente buscando o novo, e principalmente a nossa é necessário, ao qual certamente sem dúvida nenhuma, quem mais sai ganhando são nossos alunos.
Acredito como eu, meus colegas de curso também sentiram na “pele”, quanto fomos cobrados, porém como fiz nos semestres anteriores, pretendo ser dedicada, disciplinada e muito organizada para alcançar o sucesso... e para isto devo cumprir prazos e ser determinada no que quero.
Em todas as profissões deve-se estar constantemente buscando o novo, e principalmente a nossa é necessário, ao qual certamente sem dúvida nenhuma, quem mais sai ganhando são nossos alunos.
Acredito como eu, meus colegas de curso também sentiram na “pele”, quanto fomos cobrados, porém como fiz nos semestres anteriores, pretendo ser dedicada, disciplinada e muito organizada para alcançar o sucesso... e para isto devo cumprir prazos e ser determinada no que quero.
terça-feira, 16 de junho de 2009
TEMÁTICA: INDIOS NO BRASIL
OBJETIVOS:
Reconhecer semelhança e diferenças no modo de viver dos indivíduos, ou grupos, de seu tempo e de outros tempos;
Caracterizar o modo de vida de coletividades indígenas distinguindo suas dimensões econômicas, sociais, culturais, artísticas e religiosas;
Identificar as descobertas arqueológicas e compreender as relevâncias das mesmas para a compreensão de sociedades do passado;
1ª Aula:
Explicação sobre povos indígenas, (seu modo de vida, ações, valores, costumes e vestuários).
Após, os alunos assistiram ao vídeo relativo a vida dos índios no começo da civilização, relatando a existência dos grupos (raças) e meios de exploração de outras civilizações.
Enquanto assistiam, faziam anotações que achavam necessário. Após o vídeo os alunos se reuniram em grupos de cinco , descrevendo o modo de vida dos índios, sua comunidade, seus valores, crenças e costumes, meio de sobrevivência e vestuários.
Li a reportagem “Sombras da Selva”, pesquisada na internet, publicada na National Geographic Brasil em novembro de 2007, apresenta uma imagem forte e inesquecível da trajetória de sobreviventes piripkuras, povo quase exterminado em confrontos com grileiros da Amazônia – e que, apesar disso, ainda conseguem rir, em meio à floresta.
Usar o texto da reportagem como base para examinar com os alunos o que aconteceu com os habitantes originais da Terra Brasilis ao longo desses mais de 500 anos de colonização.
Como tarefa de casa para a aula seguinte: Fazer uma pesquisa junto aos seus familiares (diagnosticar se algum parente próximo possui alguma herança indígena).
2ª Aula
Resultado da pesquisa:
Dos vinte três alunos, quatro afirmaram segundo os pais terem alguma ligação, ou ancestralidade indígena.
Fizeram em sala de aula (folha) uma comparação da sociedade indígena e sociedade atual na alimentação, no trabalho homem/mulher, moradia (casas), vestimenta, crença.
REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA
Foi muito importante a prática sobre os povos indígenas no Brasil, suas semelhanças e diferenças no modo de viver.
Senti a vibração e interação por parte dos meus vinte e três alunos de 4ª série (5º ano ), com idades entre 9 e 14 anos.
Por várias vezes, nos relatos, fizeram comparações com outras etnias, como os negros, sobre a discriminação, na luta pela sobrevivência e sua valorização.
Nos dias da realização da atividade houve bastante questionamentos sobre o assunto e certamente será continuado em outras oportunidades, e também o envolvimento das colegas que igualmente atendem minha turma, pois trabalhamos o ensino globalizado.
Com a realização da atividade proposta pela interdisciplina, pude oportunizar aos meus alunos uma reflexão e maior valorização dos povos indígenas, assim como anteriormente, bem recente, havia trabalhado a questão do negro na nossa sociedade. Uma outra proposta da disciplina, que foi trabalhado sobre as “Diversidades das Raças”, trabalho esse, que igualmente trouxe-nos à tona grandes e importantes relatos, onde minha turma participou ativamente, interagindo e colaborando nas pesquisas.
É nosso compromisso, como orientadores, despertar no aluno o interesse e respeito por todas as etnias, destacando a valorização das diferentes culturas, encaminhando pela superação do preconceito e discriminação.
Faz-se necessário oferecer atividades e disponibilizar informações que despertem curiosidade e empenho nas diferentes culturas.
Observamos que as propostas educacionais contidas tanto na LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), quanto nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) nos dois últimos anos foram incluindo um currículo que venha a contribuir com a formação de uma identidade racial.
A partir de agora, confere-se o mesmo destaque ao ensino da história e cultura dos povos indígenas.
Penso também, por que só depois de existir leis, que passamos a nos respeitar? O que está faltando ao ser humano para se igualar?
Falar de relações raciais e preconceitos implica numa nova postura profissional, onde os educadores sejam entendidos e se entendam como sujeitos histórico-sociais, capazes de intervir nos processos constituintes da dinâmica social, da nossa escola e da nossa prática social.
Reconhecer semelhança e diferenças no modo de viver dos indivíduos, ou grupos, de seu tempo e de outros tempos;
Caracterizar o modo de vida de coletividades indígenas distinguindo suas dimensões econômicas, sociais, culturais, artísticas e religiosas;
Identificar as descobertas arqueológicas e compreender as relevâncias das mesmas para a compreensão de sociedades do passado;
1ª Aula:
Explicação sobre povos indígenas, (seu modo de vida, ações, valores, costumes e vestuários).
Após, os alunos assistiram ao vídeo relativo a vida dos índios no começo da civilização, relatando a existência dos grupos (raças) e meios de exploração de outras civilizações.
Enquanto assistiam, faziam anotações que achavam necessário. Após o vídeo os alunos se reuniram em grupos de cinco , descrevendo o modo de vida dos índios, sua comunidade, seus valores, crenças e costumes, meio de sobrevivência e vestuários.
Li a reportagem “Sombras da Selva”, pesquisada na internet, publicada na National Geographic Brasil em novembro de 2007, apresenta uma imagem forte e inesquecível da trajetória de sobreviventes piripkuras, povo quase exterminado em confrontos com grileiros da Amazônia – e que, apesar disso, ainda conseguem rir, em meio à floresta.
Usar o texto da reportagem como base para examinar com os alunos o que aconteceu com os habitantes originais da Terra Brasilis ao longo desses mais de 500 anos de colonização.
Como tarefa de casa para a aula seguinte: Fazer uma pesquisa junto aos seus familiares (diagnosticar se algum parente próximo possui alguma herança indígena).
2ª Aula
Resultado da pesquisa:
Dos vinte três alunos, quatro afirmaram segundo os pais terem alguma ligação, ou ancestralidade indígena.
Fizeram em sala de aula (folha) uma comparação da sociedade indígena e sociedade atual na alimentação, no trabalho homem/mulher, moradia (casas), vestimenta, crença.
REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA
Foi muito importante a prática sobre os povos indígenas no Brasil, suas semelhanças e diferenças no modo de viver.
Senti a vibração e interação por parte dos meus vinte e três alunos de 4ª série (5º ano ), com idades entre 9 e 14 anos.
Por várias vezes, nos relatos, fizeram comparações com outras etnias, como os negros, sobre a discriminação, na luta pela sobrevivência e sua valorização.
Nos dias da realização da atividade houve bastante questionamentos sobre o assunto e certamente será continuado em outras oportunidades, e também o envolvimento das colegas que igualmente atendem minha turma, pois trabalhamos o ensino globalizado.
Com a realização da atividade proposta pela interdisciplina, pude oportunizar aos meus alunos uma reflexão e maior valorização dos povos indígenas, assim como anteriormente, bem recente, havia trabalhado a questão do negro na nossa sociedade. Uma outra proposta da disciplina, que foi trabalhado sobre as “Diversidades das Raças”, trabalho esse, que igualmente trouxe-nos à tona grandes e importantes relatos, onde minha turma participou ativamente, interagindo e colaborando nas pesquisas.
É nosso compromisso, como orientadores, despertar no aluno o interesse e respeito por todas as etnias, destacando a valorização das diferentes culturas, encaminhando pela superação do preconceito e discriminação.
Faz-se necessário oferecer atividades e disponibilizar informações que despertem curiosidade e empenho nas diferentes culturas.
Observamos que as propostas educacionais contidas tanto na LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), quanto nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) nos dois últimos anos foram incluindo um currículo que venha a contribuir com a formação de uma identidade racial.
A partir de agora, confere-se o mesmo destaque ao ensino da história e cultura dos povos indígenas.
Penso também, por que só depois de existir leis, que passamos a nos respeitar? O que está faltando ao ser humano para se igualar?
Falar de relações raciais e preconceitos implica numa nova postura profissional, onde os educadores sejam entendidos e se entendam como sujeitos histórico-sociais, capazes de intervir nos processos constituintes da dinâmica social, da nossa escola e da nossa prática social.
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