segunda-feira, 7 de setembro de 2009

MÚLTIPLAS LINGUAGENS

Certamente não se fala, escreve e lê-se sempre do mesmo jeito, obviamente por que vivemos em diferentes culturas e dentro destas diversidades a comunicação é também de diversas maneiras, através da linguagem oral e escrita.
O que torna-se bastante importante para expressar e diferenciar nossa linguagem é o meio em que o indivíduo interage.
Estando atento as múltiplas formas de representação, em espaços como em sala de aula, onde a fala ou a escrita podem ser analisada pelo professor a fim de chegar a um denominador comum de seu uso.
Hoje o educador tem muitos recursoss dinponíveis e variados, como a internet, jornais, revistas, para que os indivíduos interagem e aprendam a ler e escrever nas diferentes práticas.

sábado, 5 de setembro de 2009

EXPECTATIVAS/2009

Estamos quase chegando lá... Quando penso que começamos em 2006 e agora no 2º semestre de 2009 , quase não acredito que eu estou junto, e quanta mudança em minha vida de lá para cá. Aprendizados extraordinários, pois cada semestre que passa sinto que vou me aperfeiçoando e colocando em prática novos conhecimentos e com isto renovando métodos para tornar-me mais apta e digna de ser chamada “mestre”.
Em todas as profissões deve-se estar constantemente buscando o novo, e principalmente a nossa é necessário, ao qual certamente sem dúvida nenhuma, quem mais sai ganhando são nossos alunos.
Acredito como eu, meus colegas de curso também sentiram na “pele”, quanto fomos cobrados, porém como fiz nos semestres anteriores, pretendo ser dedicada, disciplinada e muito organizada para alcançar o sucesso... e para isto devo cumprir prazos e ser determinada no que quero.

terça-feira, 16 de junho de 2009

TEMÁTICA: INDIOS NO BRASIL

OBJETIVOS:
Reconhecer semelhança e diferenças no modo de viver dos indivíduos, ou grupos, de seu tempo e de outros tempos;
Caracterizar o modo de vida de coletividades indígenas distinguindo suas dimensões econômicas, sociais, culturais, artísticas e religiosas;
Identificar as descobertas arqueológicas e compreender as relevâncias das mesmas para a compreensão de sociedades do passado;

1ª Aula:

Explicação sobre povos indígenas, (seu modo de vida, ações, valores, costumes e vestuários).
Após, os alunos assistiram ao vídeo relativo a vida dos índios no começo da civilização, relatando a existência dos grupos (raças) e meios de exploração de outras civilizações.
Enquanto assistiam, faziam anotações que achavam necessário. Após o vídeo os alunos se reuniram em grupos de cinco , descrevendo o modo de vida dos índios, sua comunidade, seus valores, crenças e costumes, meio de sobrevivência e vestuários.
Li a reportagem “Sombras da Selva”, pesquisada na internet, publicada na National Geographic Brasil em novembro de 2007, apresenta uma imagem forte e inesquecível da trajetória de sobreviventes piripkuras, povo quase exterminado em confrontos com grileiros da Amazônia – e que, apesar disso, ainda conseguem rir, em meio à floresta.
Usar o texto da reportagem como base para examinar com os alunos o que aconteceu com os habitantes originais da Terra Brasilis ao longo desses mais de 500 anos de colonização.
Como tarefa de casa para a aula seguinte: Fazer uma pesquisa junto aos seus familiares (diagnosticar se algum parente próximo possui alguma herança indígena).



2ª Aula

Resultado da pesquisa:

Dos vinte três alunos, quatro afirmaram segundo os pais terem alguma ligação, ou ancestralidade indígena.

Fizeram em sala de aula (folha) uma comparação da sociedade indígena e sociedade atual na alimentação, no trabalho homem/mulher, moradia (casas), vestimenta, crença.


REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA
Foi muito importante a prática sobre os povos indígenas no Brasil, suas semelhanças e diferenças no modo de viver.
Senti a vibração e interação por parte dos meus vinte e três alunos de 4ª série (5º ano ), com idades entre 9 e 14 anos.
Por várias vezes, nos relatos, fizeram comparações com outras etnias, como os negros, sobre a discriminação, na luta pela sobrevivência e sua valorização.
Nos dias da realização da atividade houve bastante questionamentos sobre o assunto e certamente será continuado em outras oportunidades, e também o envolvimento das colegas que igualmente atendem minha turma, pois trabalhamos o ensino globalizado.
Com a realização da atividade proposta pela interdisciplina, pude oportunizar aos meus alunos uma reflexão e maior valorização dos povos indígenas, assim como anteriormente, bem recente, havia trabalhado a questão do negro na nossa sociedade. Uma outra proposta da disciplina, que foi trabalhado sobre as “Diversidades das Raças”, trabalho esse, que igualmente trouxe-nos à tona grandes e importantes relatos, onde minha turma participou ativamente, interagindo e colaborando nas pesquisas.
É nosso compromisso, como orientadores, despertar no aluno o interesse e respeito por todas as etnias, destacando a valorização das diferentes culturas, encaminhando pela superação do preconceito e discriminação.
Faz-se necessário oferecer atividades e disponibilizar informações que despertem curiosidade e empenho nas diferentes culturas.
Observamos que as propostas educacionais contidas tanto na LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), quanto nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) nos dois últimos anos foram incluindo um currículo que venha a contribuir com a formação de uma identidade racial.
A partir de agora, confere-se o mesmo destaque ao ensino da história e cultura dos povos indígenas.
Penso também, por que só depois de existir leis, que passamos a nos respeitar? O que está faltando ao ser humano para se igualar?
Falar de relações raciais e preconceitos implica numa nova postura profissional, onde os educadores sejam entendidos e se entendam como sujeitos histórico-sociais, capazes de intervir nos processos constituintes da dinâmica social, da nossa escola e da nossa prática social.

FAZENDO UMA ANÁLISE

Após a leitura e análise do texto: “Educação após Auschwitz”, pode-se concluir que um dos motivos que predispôs os indivíduos a aceitarem o nazismo e a barbárie, foi o fato do povo não ter reconhecimento da tragédia humana cometida, mostrando-se indiferentes. A sociedade alemã não criticou as autoridades constituídas de seu país. Calaram-se diante da monstruosidade em função de interesses pelas regras de sobrevivência. Somente aconteceu tamanha barbárie por que o modelo de governo era nacionalista, isto é, pregava uma Alemanha somente para os alemães, excluindo todos os outros de qualquer direito.
Embora a sociedade alemã, sendo organizada e detentora de grande cultura, foram-lhe incutidos fatos que desagregaram do ponto de vista social e humano, fato este provocado por importantes lideranças políticas e militares, fazendo assim, com que a sociedade ficasse sem reação frente às barbáries cometidas.
Segundo o autor, é necessário que se conheça o sujeito perseguidor, fazendo com que ele mesmo reconheça suas características e conseqüências desastrosas para que não volte a se repetir. Esta educação humanizada estaria na base de um processo que impediria a repetição dos campos de concentração, isto é, uma educação que produza auto-reflexão crítica que deve ser estimulada desde muito cedo
Quem pensa com autonomia, determinação, clareza e conhecimento dos fatos, pode lutar e resistir contra o poder cego de qualquer espécie de brutalidade ou de violência.
Tomando conhecimento dos motivos que produza tamanho horror, a sociedade de forma consciente, irá reagir contra as ações das autoridades.
O autor sugere ainda, os esportes, os jogos lúdicos, sem o propósito competitivo, porém de convívio solidário e também de equipe, onde haja a soma das forças para o cumprimento do bem comum. Também mostra o outro lado do ser humano, onde desperta a sensibilidade e inibe a brutalidade, é o ambiente das artes em geral, como a música, a pintura, a poesia, o teatro..., são formas de expressões culturais que quando despertadas elevam e sintonizam o ser humano à sua essência interior.
O texto de Adorno, fica como um alerta para a sociedade e para os educadores.
É preciso muita reflexão sobre que tipo de ser humano que a sociedade atual está gerando.
Como educadora, vejo que investir na educação, desde a infância seja a solução para que a barbárie não se repita. O indivíduo esclarecido não se deixa levar e muito menos não se deixa manipular.
Precisamos de uma educação que nos ajude a trabalhar não só o cognitivo mas também as emoções, o medo, a raiva, com isso possa surgir a disciplina da relação, onde se estabeleçam regras e comprometimento entre professor e aluno.


REFERÊNCIAS: Texto: Educação após Auschwitz

DESENVOLVIMENTO MORAL

Fazendo as leituras indicadas, na interdisciplina DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA II e voltando-me para meu cotidiano, tenho experiências bastante importantes para salientar, dentro desse contexto.

Piaget (1994) também constatou, em seus estudos, que há dois tipos de reações em relação às sanções (punições): num primeiro momento do processo, a criança considera a sanção necessária e quanto mais severa ela for, mais justa o será; num segundo momento, as crianças consideram justas as sanções que exigem uma restituição. Acreditam que a sanção deve corresponder exatamente ao ato cometido, para que o culpado sofra as conseqüências de sua falta.

Através deste entendimento, vou relatar atitudes, até então de violência, sobre minha aluna de 4ª série, com idade de 10 anos, que está sempre “armada”, sempre disposta a brigar e discutir com todos os colegas, até mesmo com as amigas. Todos precisam obedecê-la, fala muitos palavrões, está sempre em confusões tanto no recreio ou em sala de aula. Ao se expressar, precisa falar bem alto (grita). Enfrenta qualquer um tanto os meninos como as meninas, parte para a agressão física, não se importando com as conseqüências. Porém, atrás daquela fortaleza, consegui enxergar olhinhos implorando atenção e carinho. Foi o que dei.
Desde o início do ano, comecei a elogiá-la, levantar sua auto-estima, ter um olhar diferenciado ( já a conhecia dos anos anteriores e também sua trajetória), estou num processo lento, porém progressivo.
Voltando a Piaget(1994), essa minha aluna considera a punição quanto mais severa ela for, mais justa será e também considera justa a punição que exige uma punição.
Acredito que ao ato da violência que pratica, ela esteja construindo a noção de justiça, solidariedade, intencionalidade e responsabilidade, num processo que incidem no comportamento, já que vem de uma família bem desestruturada, não que suas características (geneticamente), personalidade, não tenha possibilidades de mudanças, pois segundo Piaget,essa seria uma concepção inatista, que considera que o conhecimento é concebido como algo que mergulha suas raízes no sistema nervoso, isto é, na estrutura pré-formada do organismo (Piaget, 1987),descartando a concepção empirista e inatista como explicações da construção do conhecimento nas pessoas.
Concordo, no texto quando fala sobre as imposições de regras de algumas escolas, para combater ou diminuir a violência no dia a dia escolar, pois o que deveriam ser combinações, acordos em que toda comunidade escolar pudesse opinar e não de padronizações de comportamentos socialmente aceitos.
Devemos sim estarmos sempre atentas e alertas para qualquer situação que nos remeta a violência, por que muitas vezes somos pegos de surpresas e mal pudemos compreender a fúria de certos alunos.
Numa outra escola que trabalho como P2, atendo quatro turmas diferentes, em um bairro bastante carente, posso vivenciar também as atitudes que considero de muita violência por parte de alguns alunos, que se auto denominam de “valentes” onde não levam desaforo pra casa, logo partem para a violência física e muitos palavrões, sem respeitar professores, direção ou qualquer pessoa que venha interferir.
É claro que a escola tenha um processo de desenvolvimento de moral, onde possa buscar ferramentas de cooperação para a educação na busca do respeito e o direito das pessoas, compreendendo que seus desejos e vontades não possam atingir a outras, na qual faz parte de uma sociedade.


REFERÊNCIAS:

JAQUELINE PICETTI: texto: Significações de violência na escola: Equívocos da compreensão dos processos de desenvolvimento moral na criança?

terça-feira, 12 de maio de 2009

ENTREVISTAS

Realizei entrevistas com alunos negros da minha escola, conforme solicitação de uma atividade na interdisciplina de QERE:SH, com a pergunta: "Como você se sente como aluno (a) negro (a) nesta escola?" e o resultado foi o seguinte:
Minhas entrevistas foram feitas com três alunos negros da 5ª série, em uma sala destinada aos estudos de recuperação, a qual no momento da entrevista não estava sendo ocupada por nenhum outro aluno.
Ao ter comunicado a equipe diretiva e a professora de turma, convidei, marquei horários com os três alunos, individualmente.
Sentamo-nos, já tinha preparado o ambiente, fiz a pergunta “Como você se sente como aluno (a) negro (a) nesta escola?”

Não tenho alunos negros na minha turma de 4ª série (manhã), aliás, tenho sim, porém se fosse chamar para fazer as entrevistas e comentar que seria com pessoas da raça negra, meus alunos ficariam magoados e ofendidos, pois observo pelas atitudes e falas que não se consideram da raça negra e o mais importante fazem questão de dizer o contrário em qualquer situação neste sentido. Optei em realizar as entrevistas com alunos da 5ª série, inclusive uma menina que tinha sido minha aluna nos dois últimos dois anos (3ª e 4ª série). Com ela a conversa fluiu naturalmente e bem confortável, tanto pra ela, quanto pra mim. A aluna B. S., 13 anos, relatou que se sente “normal” e às vezes até diferente, porém diferente pra melhor, nunca se sentiu inferior ou mesmo sofreu algum tipo de discriminação na escola por parte dos colegas ou professores por sua cor ou raça. Fez esse comentário por que, segundo ela, já presenciou discriminação com outros colegas. Continuou dizendo que se acha bonita e vê que os colegas também a acham (é realmente muito bonita mesmo). O interessante que esta menina o pai é presidiário, a mãe recebeu uma indenização do governo por parte desta prisão e atualmente vivem numa situação privilegiada em relação aos outros alunos da escola, talvez esse possa ser o motivo de se achar diferente para melhor, conforme ela mesma afirmou.
Ela é bastante vaidosa, se veste muito bem, usa material escolar diferenciado dos demais. Sinto que é feliz tanto pela vida que tem e pela cor, inclusive fala com orgulho de sua raça. É bem resolvida e falante.
O segundo entrevistado, J. P., 15 anos, fora da idade para a série, já não teve o mesmo clima. Observei que o aluno teve certo desconforto para falar sobre o assunto, fugindo o olhar, respondendo bem demorado, um tanto vago e pensativo.
Depois de pensar bastante, como eu não queria interferir na resposta, deixei que pensasse, talvez não tivesse entendido muito bem, o que respondeu foi que se sente “normal”, esta afirmativa de dizer que são “normais”, foi o que mais me chamou atenção, foi por parte de todos os entrevistados a mesma fala. Porém respondeu que nunca sofreu nenhum tipo de discriminação por parte dos colegas ou professores desta escola. E que gosta de ser negro, por que às vezes tem garotas bonitas, brancas e que gostam de meninos negros.
O terceiro, M. V., 14 anos, igualmente como os outros, afirmou que se sente “normal” sendo negro, que nunca sofreu qualquer discriminação na escola e que tem vários amigos, mas já ouviu e presenciou situação bem desagradável com outros colegas negros, no qual, deixou-o bastante incomodado. Quando estava falando isto, lembrou de uma situação que acontecera com ele ano passado na escola. Neste momento sua expressão modificou-se, então disse que na ocasião tinha ficado muito magoado e com muita raiva, até chorou e renegou sua origem, foi chamado de negro sujo. Gostaria de ter nascido branco, por que o que ouviu do colega foi bem agressivo pra ele. Teve vontade de bater no colega, e ainda por cima, era seu grande amigo, certamente o que mais machucou tenha sido isto, ter ouvido da boca do seu amigo, magoou muito insistiu. Só não o fez por que estava na escola.


Após nossas conversas, então refletindo e depois de observar os alunos da raça negra em geral na escola, percebi que de certa forma ainda existe o preconceito e estão bastante acentuados, mesmo os próprios entrevistados afirmando que não sofreram nenhuma discriminação, eles mesmos são os preconceituosos, não só por parte dos que se consideram brancos.
Ainda, pelo menos uma grande maioria, não está resolvido e contente com a sua raça.


Hamacheck (1979) diz que a maioria dos alunos que se evade é por não conseguir tolerar mais fracassos e os sentimentos de baixas auto-estima e autovalorização.
O processo de baixa auto-estima no aluno negro provém do ambiente sócio histórico, reforçado pelas ações da escola sobre esse sujeito considerado “inadequado”, daí a evasão e a repetência apesar dos esforços da família.

Na maioria das vezes, reflete diretamente na aprendizagem, visto que, não se sentindo importante ou valorizado, a criança negra é estigmatizada e perde o interesse cultural.

sábado, 2 de maio de 2009

REFLETINDO

USO DA TECNOLOGIA





É preciso coragem e muita garra para vencer. Esta frase diz o quanto para mim, foi e está sendo difícil o uso da tecnologia.
Ao iniciar minha faculdade, sonho que até então já estava adormecido, mas para minha infinita felicidade estou até aqui, e às vezes, um grande pesadelo, digo isto, porque nas incansáveis noites que passo diante do computador, realizando minhas tarefas, muitas vezes com enormes dúvidas sobre o manuseio da máquina, me sinto impotente e quase desisto me perguntando, o que estou fazendo nesta altura de minha vida querendo uma formação, com o pé na aposentadoria? Porém uma força enorme vem não sei de onde, me faz continuar.





Sei que devo aprender muito mais, mas já consigo sozinha realizar minhas atividades e prosseguir no meu grande desafio, que é conseguir vencer todos os obstáculos diante deste meu sonho, que é minha graduação em pedagogia.
Por acaso, numa das reuniões pedagógica de minha escola, foi comentado que iria acontecer o vestibular EAD. Até então, não passava em minha cabeça que teria que dominar a tecnologia. Fui pra casa com uma pontinha de alegria e pensando porque não arriscar? E foi nesta emoção que corri no último dia de inscrição e fiz a minha. Daí em diante foi esperar o grande dia, fiz, passei e estou aí...
Ao iniciar o curso, em 2006, chegava perto do computador, apenas para limpá-lo, assim mesmo com muito medo de mexer em alguma coisa que pudesse estragá-lo.
Meu filho me ensinou a jogar paciência, tinha a maior dificuldade em segurar o mouse, o tal não me obedecia, ia pra todo lado. Até que fui me acostumando. Nada foi fácil, inclusive posso dizer muito difícil... Segundo Piaget é através da ação, na transformação de relações que se conhece o objeto. Agir sobre ele mesmo acontece a transformação, a assimilação e acomodação, assim sendo uma nova aprendizagem.
Meu filho, sempre me incentivou muito, e dizia que tudo que precisasse iria me ajudar. E fez muito mesmo, porém não tinha muita paciência. Acabávamos brigando e eu chorando.
No ano seguinte casou-se. Fiquei sem ajuda direta, mas quando me aperto é a ele que peço ajuda, e certamente as tutoras que gentilmente nos ensinam passo a passo como lidar com a máquina.
Há poucos dias atrás, estava muito desesperada com vontade de parar, depois de inúmeros problemas com a rede (internet móvel), não conseguia postar e inclusive não consegui participar de um fórum. Isto me desanima e me deixa bastante angustiada. Mas a torcida aqui em casa é grande, me dão força como podem e consigo seguir a diante. Sei que estou sacrificando meu maridão, não podendo viajar ou mesmo indo à praia neste feriado, preciso estar postando meus trabalhos, mas tudo isto terá um prêmio, minha satisfação na minha formatura.